Ok, você viu lá no meu perfil do orkut que eu tenho um blog e resolveu fuçar. Bom, não convidei ninguém para entrar aqui, então depois não venha reclamar sobre como são ridículas, fúteis e inúteis as minhas postagens.
Também não faço questão nenhuma de zilhares de comentários, mas se quiser, fique à vontade. Faz de conta que a casa é sua (mas não é: é minha lol).
Muitas vezes leio certas coisas na internet (ou então eu escuto. Não é possível: minhas orelhas devem ter formato de latrina), e então vem aquela coceira, uma vontade quase incontrolável de fazer um comentário, e até hoje eu não tinha um espaço para fazer isso. Não tinha: pretérito imperfeito (não que o presente seja perfeito).
Quem me conhece sabe de cor e salteado o meu modus operandi:
1. Fábio está numa conversa
2. Alguém solta uma pérola, ou faz um comentário inocente (mal sabe ele(a), coitado(a))
3. Fábio se cala e olha para o vazio (cuidado: apesar da aparência inofensiva, meu cérebro - sim, pasmem, eu tenho um! - está processando o que foi dito)
4. Fábio começa a rir sozinho (cheguei a alguma conclusão cômica, que depois que eu conseguir parar de rir partilharei com você).
Acontece que, muitas vezes, eu estou sozinho, e **** que o pariu, preciso dividir isso com alguém (é um fardo muito grande para ser carregado sozinho).
Então você, caro(a) leitor(a), foi pego(a) pra pato(a) (desculpe esse (a) depois de cada palavra masculina: é mania de quem trabalha no Poder Judiciário). É aqui que, a partir de agora, despejarei toda a diarréia cerebral que me atinge.
Ainda há tempo: feche esta janela agora e volte para o orkut.
Só não diga depois que eu não avisei...
Abraços!
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